Marcelo Melo defenderá títulos de Beijing e Xangai

Além dos dois torneios, ao lado do parceiro polonês Lukasz Kubot, Marcelo terá o ATP 500 de Viena e o Masters 1000 de Paris, buscando a classificação para o ATP Finals, que encerra o ano, em novembro, em Londres, na Inglaterra, com as oito melhores duplas de 2019

Foto: Divulgação


Dois torneios na China, a partir desta segunda-feira (30), dão sequência à temporada para o tenista brasileiro Marcelo Melo e o polonês Lukasz Kubot. E, nos dois, a dupla entra em quadra para defender os títulos conquistados em 2018: o ATP 500 de Beijing e o Masters 1000 de Xangai. Melo e Kubot tem, ainda, um vice-campeonato em Xangai, em 2017, e Marcelo conquistou o Masters 1000 mais duas vezes: em 2013 (com o croata Ivan Dodig) e em 2015 (com o sul-africano Raven Klaasen).

Até o final de outubro, Melo e Kubot jogarão ainda o ATP 500 de Viena, na Áustria, e o Masters 1000 de Paris, na França, buscando, além dos bons resultados, a classificação para o ATP Finals, que reúne as oito melhores parcerias de 2019, em novembro, no encerramento do ano, em Londres, na Inglaterra. Eles estão em segundo lugar no ranking da corrida para Londres, com 3.445 pontos, atrás apenas dos colombianos Juan Sebastian Cabal e Robert Farah, que somam 7.940 - única parceria já classificada. No ranking mundial individual de duplas, Melo é o quinto colocado, com 5.370 pontos. Kubot aparece em quarto, com 5.550.

Marcelo viajou para a China confiante para a etapa final da temporada, depois de integrar a equipe do Brasil que derrotou Barbados na Copa Davis, em Criciúma (SC), e de alguns dias em sua cidade, Belo Horizonte (MG). O ATP 500 de Beijing começa nesta segunda e vai até o dia 6 de outubro, quando terá início o Masters 1000 de Xangai.

“Seguimos treinando, focados, para os resultados continuarem vindo, inclusive o objetivo de classificar para o Finals, torneio muito importante para nós. Temos de defender agora os títulos de Beijing e Xangai, mas é uma sequência que jogamos bem, em quadras rápidas e cobertas. Vamos, como sempre, passo a passo aqui na China, em busca da mesma energia de 2018”, afirma Marcelo.

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