Ginástica masculina do Brasil se classifica para a Olimpíada de Tóquio/2020

Confirmação veio após o encerramento do qualificatório do Campeonato Mundial de Stuttgart, nesta segunda-feira (7). Equipe masculina ainda festejou vagas em três finais individuais na competição

Foto: CBG


A seleção brasileira masculina de Ginástica Artística atingiu a principal meta estabelecida para esta temporada e classificou-se para a Olimpíada de Tóquio-2020. A confirmação veio nesta segunda-feira (7), ao final da disputa do qualificatório da prova de equipes. Após a ótima prova de recuperação no domingo (6), o Brasil finalizou a competição na 10ª posição, justamente o que precisava para carimbar o passaporte para os Jogos do ano que vem.


Eram nove as vagas olímpicas em disputa neste Mundial. Como Rússia, China e Japão, já classificados pelo Mundial de 2018, ocuparam as três primeiras colocações no qualificatório em Stuttgart, as vagas acabaram sendo distribuídas até o 12º lugar, com um total de 247,236 pontos.


Mesmo fora da final por equipes, a Seleção masculina festejou ainda três vagas em finais individuais. Caio Souza avançou com a 20ª melhor nota (22ª na classificação nominal) do individual geral (81,897 pontos). Além dele, Arthur Zanetti avançou com a segunda melhor nota nas argolas (14,700) e Arthur Nory com a quarta melhor na barra fixa (14,600).


Com as três finais obtidas também por Flávia Saraiva no feminino (individual geral, trave e solo), o Brasil soma um total de seis finais individuais. É o maior número de finais individuais brasileiras em mundiais pré-olímpicos na história. A primeira destas finais será nesta quarta-feira (9), por equipes masculina, a partir das 8h45 (Brasília).


“A classificação da equipe masculina, além da presença assegurada de Flavia Saraiva no Individual Geral para a Olimpíada de Tóquio/2020 é resultado da eficiência do trabalho que a CBG vem fazendo na Ginástica brasileira, que se tornou hoje um dos maiores esporte do país. A modalidade está espalhada em todas as regiões do Brasil. Temos hoje centros de alto rendimento e de iniciação, que vêm formando um número cada vez maior de atletas, em todas as modalidades”, afirmou Henrique Mota, coordenador geral da Confederação Brasileira de Ginástica (CBG) e chefe da delegação brasileira no Mundial de Stuttgart.

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