Ana Sátila garante vaga olímpica na Canoagem Slalom

A brasileira avançou à semifinal do K1 Feminino no Mundial que acontece em La Seu d’Urgell, na Espanha e conquistou a vaga para os Jogos Olímpicos de Tóquio/2020

Foto: CBC


A Canoagem Slalom do Brasil está garantida nos Jogos Olímpicos do ano que vem. Ana Sátila conquistou a primeira a vaga brasileira para Tóquio nesta quinta-feira (25) na disputa pelo K1 Feminino no Mundial de Canoagem Slalom em La Seu d’Urgell na Espanha. Ela passou com facilidade para a semifinal fazendo o 12º melhor tempo na primeira descida da classificatória.


Serão 30 atletas na semifinal que representam 18 nações, entre eles o Japão que já tem vaga assegurada nos Jogos Olímpicos por ser país-sede. Alguns países terão mais de um atleta na disputa, já o Brasil contará só com Ana Sátila.


A Federação Internacional de Canoagem – (ICF sigla em inglês), destinou para o Mundial 18 vagas para Tóquio/2020 no K1 Feminino, ou seja, todos os participantes da semifinal já garantiram vaga para olímpica e também a Rússia, que não foi para a semifinal mas teve o melhor desempenho entre os outros países nas eliminatórias com a vaga aberta pelo Japão que não participa da eliminatória.


“Eu não tenho palavras para descrever esse momento novamente de poder competir nos Jogos Olímpicos, eu gostaria de agradecer a todos que me apoiaram, agradecer a Foz do Iguaçu onde eu moro atualmente e Primavera do Leste onde iniciei minha carreira”, fala.


A canoísta ainda disputa o C1 nesta sexta-feira (27). Esta categoria também vale vaga olímpica, caso Sátila também fique entre classificadas para Tóquio, a Confederação Brasileira de Canoagem terá até 10 dias após o evento para decidir qual das duas vagas irá abdicar, pois um atleta só pode garantir uma única embarcação por país no Mundial. Para oficializar sua ida à Tóquio, Ana Sátila passará pela seletiva nacional que acontece em 2020 conforme as regras da CBCa.


Esta será a terceira vez que Ana Sátila participa de uma edição dos Jogos Olímpicos, sua estreia foi em Londres/2012, onde ela foi a atleta mais nova da delegação. Quatro anos mais tarde, no Rio de Janeiro/2016, a canoísta era uma promessa de medalha mas um erro custou a classificação para a final e ela ficou em 17º no K1.


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